quarta-feira, 30 de março de 2016

Eu senti. E você?

"Algumas pessoas
acreditam que o amor
é sobre a quantidade de mensagens enviadas
ou fotos publicadas."
- Ique Carvalho

Alguém viu meu amor por aí?, é mais um texto perfeito do blog do Ique. Simples, intenso, sensível e verdadeiro como o Amor. Eu já li e reli várias vezes. E como sempre, recomendo. E ah, a trilha sonora é emocionante. Leia ouvindo!

http://www.thebrocode.com.br/alguem-viu-meu-amor-por-ai/

terça-feira, 29 de março de 2016

Vida digital


Dificilmente eu conseguiria explicar, de forma simples, os últimas semanas.
Primeiro tive problemas com a internet, depois meu notebook simplesmente não ligava mais e por último, meu celular morreu. Sei que sou "um pouco" viciada em redes sociais. Não nego. Mas tudo começar a dar defeito, quase que ao mesmo tempo foi triste. Sou consultora Natura, minha mãe é revendedora Avon e de mais um monte de empresas. Meu estuda pelo sistema UNO internacional. E minha família e amigos moram em outros estados. Ficar sem internet é um caos. E sem poder resolver nada do meu jeito, foi ainda mais difícil. Que bom era poder usar minhas pernas pra ir onde eu quisesse. Até essa cirurgia sair, minha paciência estará no fim. E enfim, internet normal, notebook e celular novos e dívidas até o fim do ano. Mas, estou de volta a vida digital!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Talvez


Algumas coisas, simplesmente, não terminam. Não que falte um ponto final, ou que sejam simples. É como terminar a leitura de um livro (um bom livro), onde os personagens não ficam juntos no final. Você fica se perguntando o que acontece com eles depois. Principalmente se ainda se amam. Talvez tenham se afastado ou se tornaram amigos. Talvez ainda sentissem um arrepio percorrer todo o corpo cada vez que se encontrassem. Talvez tenham se afastado, encontrado outros personagens e começado uma nova história longe um do outro. Mas, e se eles tivessem que passar pelo mesmo caminho, ou frequentassem a mesma academia, igreja ou faculdade? Se a rotina deles sempre se cruzasse, o que aconteceria? Se o amor não tem fim, como olhar, falar, todos os dias com quem se ama e não sentir nada? É possível? Melhor fechar os livro. Odeios esses "e se".

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Deixa pra amanhã

"Deixei meu mundo exposto, já nem lembro o porquê..."




Sobre amores, lembranças, saudade e abraços: "deixa pra amanhã, deixa pra amanhã..."




Confiar



No amor, geralmente é o medo que nos impede de confiar no outro. Ao menos que ele tenha nos derrubado antes. Aí, o medo vem da experiência. 
Confiança.  
Confiança é o que torna tudo simples ou complicado. Isso porque, primeiro é preciso confiar em si mesmo, para depois confiar em outra pessoa. Mas sempre temos a necessidade que o outro confie em nós. É como se isso, de algum modo, pudesse nos tornar uma pessoa melhor. Vale a pena? Você deposita expectativas na esperança de que alguém confie em você ao invés de merecer a confiança. Você confiaria? Confiaria em si mesmo com quer que o outro confie? 


Confiar é um risco. E eu, eu vivo me arriscando a sofrer demais. Confio em mim. E isso sempre me leva a crer que posso confiar no outro. Porque é o meu reflexo que vejo nos olhos que me fitam.  E onde isso me leva? A enormes frustrações e decepções. Me olho no espelho e pergunto: Vale a pena?
Já não sei mais a resposta. Sempre acreditei que amor e confiança caminhassem juntos como na dança. A bailarina precisa confiar plenamente no seu Partner para se entregar a coreografia. Ela sabe que ele jamais a deixaria cair.  Mas o palco e a realidade são tão diferentes. 
Enfim, tem sido dias tristes e nostálgicos e já transbordei demais. E as vezes não há mais nada a dizer. Tudo que você quer é ficar em paz. E a única pessoa com quem você quer falar e ouvir, fica em silêncio.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Dica de Carnaval


Carnaval, páscoa, natal... Não importa. Não importa se seja um feriado ou um dia santo. Cada um pode escolher o que quer fazer, para onde ir e o que pensar.


Errado é julgar a opção e a opinião do outro. Errado é se incomodar com o modo de vida do outro, perder tempo humilhando, discutindo e discriminando o outro. Faça o que te faz sorrir, o que te deixa feliz. Esse sim, é um direito de todos. 
Então, essa é a minha dica pra esse feriado:
Vá cuidar da sua vida e ser feliz!


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A tendência é ser feliz

Ouvi alguns comentários sobre o que a mulher deve vestir pra ir a praia depois 30, e confesso que achei tudo absurdo, patético e sem noção. Quem estabeleceu a regra que diz que para que idade é cada biquíni ou maiô? A mulher deve se sentir bem com seu próprio corpo e com seu guarda-roupa. Se a imagem de alguém que não tenha um "corpo perfeito" te incomoda, fique em casa. Triste é a pessoa que só aproveita o verão depois de passar o ano de dieta e se matando na academia. De nada adianta cuidar do corpo e não cuidar da mente. 


Já passei dos 30, tenho um filho, estrias, celulite e nunca deixei de ir a praia por isso. Minha mãe vai completar 60 anos essa semana e também não dispensa um banho de mar. O sol nasce para todos. Ele não se importa se você tem 15, 20, 30, 60 ou 80 anos. 
Mas se você ainda prefere julgar e criticar quem está se divertindo e curtindo a vida, sinto muito. Saiba que está desperdiçando o seu tempo. Sorria, dê um mergulho, assista o por do sol e SE AME.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Tempo perdido? Nem pensar!


Já se passaram seis meses e dez dias, desde o acidente. Não vou ser hipócrita e dizer que foi ou que está sendo fácil, mas também não é o fim do mundo. Chorei muito, fiquei triste. Quem não ficaria? Ainda estou aguardando a cirurgia e mais algumas (muitas) sessões de fisioterapia. É muito tempo livre pra quem tinha uma rotina agitada. Trabalho, casa, filho, amigos, dançar... E de repente, estou na cama, dependendo de outras pessoas pra quase tudo. Hoje, estou bem melhor e já ando "quase" que sem problemas dentro de casa. Pouco, mas ando. Coloquei minhas séries em dia, comecei outras. Li vários livros, Assisti muitos filmes. Ouvi música. Passei muito tempo com meu filho. Escrevi, desenhei, pintei. Aprendi a fazer vários tipos de tranças. Comecei um cronograma capilar. Replantei meus cactos. E muitas outras coisas. Isso é só pra vocês perceberem quantas coisas se pode fazer sentada. Como eu disse antes, não é o fim do mundo. Tudo é recomeço. A vida é cheia de possibilidades. Você só precisa escolher se quer ser a pessoa que agradece ou a que se lamenta.

Meus cactos
Pintei minhas chaves


domingo, 24 de janeiro de 2016

Pensar fora da caixa


Acho que nasci fora do padrão. Porque se existe um padrão, eu sei que não me encaixo.
Não consigo entender porque tenho que usar brincos nas duas orelhas e porque eles tem que ser iguais. Também não entendo porque usar a mesma cor de esmalte em todas as unhas o porque o cabelo não pode ter um corte que não esteja em nenhuma revista. 
Batata frita combina com sorvete e com milk shake. No entanto, só pedem com catchup e maionese porque é "menos estranho". A sociedade que é contra as tatuagens é a mesma que as coloca de brinde nos chicletes.
Onde está o padrão? Quem o criou? Porque preciso pensar e agir de acordo com o que alguém estabeleceu pra mim?
Na embalagem do meu batom vermelho não está escrito que só pode ser usado a noite. 
Porque quando a infância acaba eu tenho que trocar o desenho animado pelo jornal, o all star pelo salto alto, e as brincadeiras por decisões sérias? Porque?
Eu já passei dos 30, e sei muito bem que posso fazer tudo isso. O que não posso é me obrigar a ser quem não sou. 

Ser essência, muito mais...